terça-feira, 9 de maio de 2017

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Compreendi que viver é ser livre. Que ter amigos é necessário e maravilhoso. Que lutar é manter-se vivo. Que pra ser feliz, basta querer. Aprendi que o tempo cura. Que mágoa passa. Que decepção não mata. Que hoje é reflexo de ontem. Compreendi que podemos chorar sem derramar lágrimas. Que os verdadeiros amigos permanecem. Que a dor fortalece. Que vencer engrandece. Aprendi que sonhar não é fantasiar. Que prá sorrir tem que fazer alguém sorrir. Que a beleza não está no que vemos, e sim no que sentimos. Que o valor está na força da conquista. Compreendi que as palavras tem força. Que fazer é melhor que falar. Que o olhar não mente. Que viver é aprender com os erros. Aprendi que tudo depende da vontade. Que o melhor é ser nós mesmos Compreendi que viver é ser livre. Que ter amigos é necessário e maravilhoso. Que lutar é manter-se vivo. Que pra ser feliz, basta querer. Aprendi que o tempo cura. Que mágoa passa. Que decepção não mata. Que hoje é reflexo de ontem.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Sobremesa 3 amores Morangos em fatias cobertos com uma camada de beijinho e outra camada de creme de chocolate. ingredientes 1 caixa de morangos em fatias 1 lata de doce beijinho pronto ou preparado a gosto 1 lata de creme de leite 1 barra de chocolate ao leite modo de preparo Cortar os morangos e colocar no fundo da vasilha, Colocar por cima o beijinho. Derreter o chocolate em banho maria, acrescentar o creme de leite e mexer até misturar bem. Acrescentar por cima do beijinho. Decorar com fatias de morango, deixar esfriar e levar à geladeira. Servir frio.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Suarento e gaguejante, o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes apareceu na tela da Globo na noite de segunda-feira. Confirmou o encontro com Lula e reafirmou que “houve a conversa sobre o Mensalão”. Ok. Mas em que termos? E o que isso teria a ver com a CPMI do Cachoeira/Veja? Gilmar respondeu no melhor estilo rocambole, o estilo de quem está todo enrolado: “Depreendi dessa conversa que ele [Lula] estava inferindo que eu tinha algo a dever nessa conversa da CPMI”. “Depreendi”, “inferindo”. Hum… De forma rocambolesca, Gilmar Mendes piscou. Pouco antes, Lula publicara nota em que manifesta “indignação” com o teor da reportagem… PSDB/DEM/PPS e a velha mídia, numa estranha parceria com o PSOL, tentam transformar o encontro Lula/Mendes em notícia, para impedir que venham à tona fatos gravíssimos já de conhecimento de alguns integrantes da CPI Cachoeira/Veja. Qualquer ser pensante pode concluir por conta própria: se Gilmar sentiu-se “chantageado” ou “pressionado” por um ex-presidente, por que levou um mês (a reunião entre ele e Lula teria ocorrido em 26 de abril) para revelar esse fato ao Brasil? E por que o fez pela “Veja”, em vez de informar seus pares no STF, como seria sua obrigação? A explicação pode estar aqui, nos grampos que o tuiteiro Stanley Burburinho fez circular pela rede. Nesses grampos, depreende-se que um tal “Gilmar” (e o próprio agente da PF conclui que o citado parece ser ”Gilmar Mendes”) teria viajado num jatinho emprestado pelo bicheiro Cachoeira. Na companhia (ou compania?) de Demóstenes, o mosqueteiro da ética. Parafraseando outro ministro do STF, Celso de Melo: “se” a viagem de Gilmar Mendes no jatinho do bicheiro se confirmar, estaríamos diante de um caso que não teria outra consequência possível, se não a renúncia ou o impeachment. Repito: “se” a viagem se confirmar. É preciso apurar. Os indícios são gravíssimos. A entrevista para “Veja”, seguida do suarento balbuciar no JN da Globo, parece indicar desespero. Uma espécie de defesa antecipada. Fontes na CPI informam que haveria mais material comprometedor contra certo ministro do STF, nas escutas a envolver Cachoeira. A entrevista à “Veja”, portanto, teria como explicação aquela velha canção: “foi por medo de avião… que eu peguei pela primeira vez na sua mão”. Mais que um aperto de mãos, Gilmar Mendes e Veja podem ter dado um abraço de afogados. A Cachoeira é funda e não se sabe quem conseguirá nadar até a margem…
Eu comecei minha faxina. Tudo o que não serve mais (sentimentos, momentos, pessoas) eu coloquei dentro de uma caixa. E joguei fora. (Sem apego. Sem melancolia. Sem saudade).A ordem é desocupar lugares. Filtrar emoções.” ((Caio Fernando Abreu))

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012


Uma mulher inteligente sabe que antes de qualquer coisa ou alguém, precisa essencialmente de si mesma, para ser plenamente feliz!
ASSESSORIA JURIDICA E EMPRESARIAL